Aéreo Sense

Los sistemas de puertas de paso permiten que sus rieles se fijen de manera empotrada, sobrepuesta o lateral, y su aplicación puede ser visible u oculta. Se clasifican como ocultos cuando el sistema está escondido dentro de los rieles y visibles cuando el sistema es aparente. Las aplicaciones ocultas también permiten el uso del accesorio “Mano Amiga”, que ayuda en el movimiento de conjuntos con más de una puerta.

El “Aéreo Sense” es un sistema deslizante visible para puertas suspendidas de vidrio o madera. Con una estructura de aluminio, cuenta con un sistema de amortiguación oculto, regulación de altura y punteras de acabado. Sus cuatro poleas internas garantizan estabilidad y suavidad al abrir y cerrar las puertas. El sistema antidescarrilamiento evita que la pieza sufra un efecto palanca. Posee capas de acabado que se integran con los materiales de la puerta, complementando la decoración. Tiene una capacidad de carga de hasta 80 kg.


Sistema Oculto sin Riel en la Base

Aparente

Solución de Puerta:

Madera - Vidrio - Perfiles Belluno

Guía:

Polímero engomado fijo inferior (fast)

Descuento Puerta (Altura) Riel Superpuesto:

28 a 42 mm (Madera)

40 a 50 mm (Vidrio)

28 a 42 mm (Perfiles Belluno)

Ancho Mínimo de Puertas:

500 mm

Grosor mínimo de la puerta: 

18 mm (Madera)

8 mm (Vidrio)

Grosor máximo de la puerta:

36 mm (Perfiles Belluno y Madera) 

8 mm (Vidrio)

Límite de peso:

80 kg

Amortiguador: 

AM 41

Dimensiones:

Modelo:

Solución: Sistemas Deslizantes Línea: Passagem
Consejos: 57
Especificación: Madera - Perfiles Belluno - Vidrio
Senderos Indicados: 2280
Amortiguadores: AM 41

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Como Escolher Puxadores: Guia Técnico para Arquitetos e Designers de Interiores

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Por muito tempo, o puxador foi tratado como um detalhe final do projeto, quase um acabamento de última hora, escolhido depois que todas as decisões importantes já tinham sido tomadas. Esse cenário mudou. Em projetos contemporâneos, os puxadores deixaram de ser apenas um acessório funcional para se tornarem elementos de identidade, capazes de assinar visualmente uma cozinha, um closet ou um ambiente de marcenaria planejada.


Para arquitetos e designers, isso significa uma mudança de postura: o puxador precisa entrar no projeto executivo desde o início, com os mesmos critérios técnicos aplicados a qualquer outra especificação de ferragem. Neste artigo, reunimos os principais pontos que orientam essa escolha, da integração com a marcenaria até os erros mais comuns de especificação.


O puxador como elemento de identidade ao projeto

Um projeto de marcenaria bem resolvido é feito de camadas: volumetria, paginação de painéis, iluminação e, cada vez mais, o desenho das ferragens aparentes. O puxador é uma das poucas peças metálicas que fica exposta e ao alcance do toque o tempo todo, o que faz dele um dos elementos mais eficientes para reforçar o conceito estético de um ambiente, seja ele minimalista, industrial, clássico ou contemporâneo.


Por isso, tratar o puxador como uma decisão de projeto, tomada junto com o restante da marcenaria e não isoladamente como um item de catálogo, tende a gerar resultados mais coerentes e duradouros.


Integração com a marcenaria: um critério que começa no projeto executivo

O primeiro erro que compromete o resultado final de uma especificação é pensar no puxador de forma isolada da marcenaria. Na prática, a escolha de um puxador interfere diretamente em decisões técnicas como:


  • Espessura dos painéis de MDF ou MDP
  • Métodos de usinagem necessários (furação, cava, fresa)
  • Sistema de abertura das portas e gavetas
  • Compatibilidade com dobradiças, corrediças e demais ferragens


Quando o puxador é definido logo no início, junto com o desenvolvimento do projeto, o resultado tende a ser limpo, funcional e tecnicamente eficiente. Isso evita retrabalho na marcenaria, reduz o risco de incompatibilidades na obra e garante que o acabamento final saia como foi planejado.

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